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Como montar uma boa carteira de investimentos

Montar uma boa carteira é uma tarefa muito importante para qualquer investidor que quer alcançar o sucesso nos investimentos. Embora existam muitos fatores que podem ser analisados na hora de montar uma carteira, alguns deles são essenciais para o processo. Desse modo, é possível reduzir riscos, ampliar o potencial de ganhos e criar uma estratégia que consiga passar ao largo do cenário econômico - ou que, ao menos, seja pouco impactada por turbulências.

Variar investimentos

Também chamada de portfólio, uma carteira de investimentos reúne todos os ativos financeiros que você deve obter para fazer com que o dinheiro aplicado renda. A primeira dica para manter uma boa carteira é variar o tipo de investimento. Essa diversificação diminui riscos: ao repartir o capital em mais ativos, é possível garantir ganhos com um ativo enquanto o outro tem sua rentabilidade reduzida, por exemplo.

Ciclos de investimento

Outro passo importante é conhecer os ciclos de investimento. É possível que você esteja em uma fase de acúmulo de patrimônio e, nesse caso, pode se permitir arriscar: a carteira pode contar com investimentos que oscilem um pouco mais e tragam possibilidade de ganho. Os riscos de perda, claro, também aumentam proporcionalmente. A fase da rentabilização é importante para preparar para o próximo estágio, de preservação do patrimônio. Nesse estágio, as aplicações mais seguras são as prioritárias.

Qual o seu tipo de investidor?

A definição do seu tipo de investidor é uma etapa de vital importância. Se você for uma pessoa conservadora, tenderá a preferir sempre investimentos de renda fixa, com perdas e ganhos reduzidos. Aceita pouca diversificação, geralmente investindo em fundos de renda fixa e quase nunca em ações. Já um investidor moderado busca tirar vantagem de todas as possibilidades, diversificando a carteira, mas assumindo ainda poucos riscos. Sua cabeça está sempre pensando a médio e longo prazo.

Por fim, investidores experientes e arrojados buscam retorno acima da média e se arriscam com mais frequência, não se importando com oscilações de curto prazo. O objetivo é a multiplicação do patrimônio. Geralmente, estes têm uma visão à frente, o que ajuda a lidar com perdas de curto prazo - que podem ser compensadas com acertos futuramente. A menor parte do portfólio desse tipo de investidor vai para renda fixa.

Prazos de investimento

Depois de entendermos como funciona uma carteira de ações, seus ciclos de vida e de investimento, é importante conhecer os prazos de investimentos. Se você precisa de dinheiro no curto prazo, não pode manter a maior parte de sua carteira em investimentos de longo prazo. Do mesmo modo, se está investindo em longo prazo (uma reserva de aposentadoria, por exemplo), não há motivo para colocar a maior parte dos investimentos em curto prazo.

Os prazos geralmente são definidos em curto (até 6 meses), médio (de 6 meses a 2 anos) e longo (de 2 anos em diante). Em investimentos, prazo e volatilidade são sempre diretamente proporcionais: quanto menor o prazo, menos recomendável tomar risco do mercado. Já um prazo maior pode incorporar os riscos facilmente à carteira.

Essas são algumas dicas sobre carteira de investimentos, mas há muitas outras. É importante atentar-se para o seu perfil de investimento e criar uma carteira que seja compatível com seus objetivos. Continue acompanhando nosso blog para mais informações